segunda-feira, 27 de junho de 2011

Tony Rebel no Rototom 2011


Tony Rebel é uma peça fundamental do Reggae dos anos 90: Junto a outros grandes nomes como Luciano, Buju Banton e Garnett Silk, contribuem todos de uma forma extraordinária a levar as letras conscientes e a herança do Reggae Roots ao estilo Dancehall. Como singjay, a qualidade e concretização das suas letras fez com que se tornasse a um dos favoritos de todos os "ghetto sufferes".

As suas letras refletem as preocupações e esperança dos menos favorecidos apoiando-se na métrica e no uso de palavras de grande tradição poética da jamaicana Louise Bennett, conhecida na Jamaica como Miss Lou. Através do seu caça talentos Tony também procura talentos e organiza o Rebel Salute, evento anual que celebra o seu aniversário em meados de Janeiro e que se converteu a um dos concertos mais esperados do mundo do Reggae Roots.



Buju Banton condenado a 10 anos de prisão


Buju Banton condenado a 10 anos de prisão pelo tribunal de Tampa, Flórida.

O famoso deejay jamaicano foi assim considerado culpado pelo crime de consiparação para o tráfico de cinco kilos de cocaína em 2009.

Buju vai cumprir a sua sentença na prisão FCI, situada em Miami.



Rico Rodriguez no Lion Stage do Rototom


Uma lenda viva da música jamaicana formada na prestigiosa Alpha Boys School de Kingston. Nos anos 50 Rico converteu-se num dos melhores trombonistas jamaicanos com notáveis influencias de Jazz, ganhando o célebre concurso local John Opportunity Hour. Gravou um sem fim de sessões para os melhores productores jamaicanos do momento como Coxsone Dodd, Duke Reid e Prince Buster.
No final dos anos 50 abraçou a fé rastafari e começou a viver na comunidade rasta presidida por Count Ossie em Renock Lodge, em Wareika Hills, onde também se encontrava o grande grupo "The Mystic Revelation of Rastafari".
A partir desse momento a sua carreira despegou meteróricamente, muitas foram as colaborações com nomes como Roland Alphonso e Blues Blasters, principalmente. A princípios dos anos 60, farto da perseguição da que a comunidade rastafari era alvo, emigrou a UK, tocando com Georgie Fame, Red Price ou J. J. Jackson, e gravou os albumes: Come Blow Your Horn (Trojan 1965) e Rico in Reggaeland (Pama 1967) assim como as colaborações com Laurel Aitken, D. Harriot ou J. Edwards.
Posteriormente Rico voltou á Jamaica e não voltou a Londres até aos finais dos anos 70, com uns quantos álbuns mais publicados entre Kingston e Londres, jogando um papel importante com a explosão da 2 Tone Era e a sua militância com The Specials.
Rico é um grande trombonista que continua em activo, tocando por todo o mundo e formando parta da banda de Jools Holland nas suas galas da BBC inglesa aos sábados pela noite.



segunda-feira, 20 de junho de 2011

Queen Ifrica no Rototom 2011


A confirmação de hoje é dedicada a todas as mulheres que seguem o reggae e que com a sua presença tornaram mais belo o Rototom nos últimos anos: a riqueza dos registos da Queen Ifrica permite-lhe passar facilmente da doçura de seu canto suave ao rugido do seu autêntico estilo sing-jay.

O misticismo Rasta impregna as suas letras, além de cobrir com grande lucidez e sentido poético questões como a violência de género na família, a frustração e a pobreza dos guetos, visto com a peculiaridade da sensibilidade feminina.
Alcançou várias vezes o top nas listas de êxito na Jamaica e O seu último CD 'Montego Bay' é uma obra maestra e, está já, a trabalhar no seguinte com óptimas novas canções. Para resumir, esta senhora é uma verdadeira força da natureza!



domingo, 19 de junho de 2011

Elephant Man de novo com problemas judiciais


Segundo noticias que chegaram de RJR o artista jamaicano foi acusado de roubo de electricidade à companhia pública da Jamaica (JPS).

Elephant Man, que já esteve em tribunal por suposta evasão de impostos à cerca de um ano atrás, deverá apresentar-se no tribunal no próximo dia 30 de Agosto. O famoso deejay vai responder à acusação de realizar uma instalação de electricidade ilegal no seu apartamento de Hillcrest Avenue, St Andrew, que supostamente custava à companhia de luz cerca de 68.000 dólares por mês e que o artista obtinha de forma ilegal.


Fonte: Dancehall.mobi